12/01/18 Pets no ar

Viajar de avião com animais de estimação requer cuidados especiais

Apesar de existirem hotéis especializados em cuidar dos bichinhos na ausência dos donos, nem sempre é viável fazer uso dessa opção, seja pelo tempo de duração da viagem ou apenas porque você quer a companhia do seu pet durante o passeio. Mas, saiba que viajar com animal de estimação requer alguns cuidados especiais, principalmente em viagens de avião.
Infelizmente, nem todas as raças de cães e gatos podem embarcar na aeronave. Animais de focinho curto, como pug e pitbull – também conhecidos como braquicefálicos - correm mais risco de terem problemas respiratórios durante o voo e, por isso, são vetados pela maior parte das companhias aéreas. Essas raças lidam mal com grandes variações de temperatura e, no ar, ficam com a respiração mais pesada.

Espaço nas aeronaves

O local de transporte do animal é outro fator a ser levado em consideração ao planejar a viagem. O que determina se ele irá na cabine ou no compartimento de carga são as dimensões e o peso da caixa de transporte, somado ao peso do pet.
O tamanho da caixa de transporte é muito importante, pois o animal ficará confinado em um pequeno espaço por muito tempo. Ela deverá caber sob o assento à frente, ser larga o bastante para que o cão ou o gato possa circular, deitar e ficar em pé, naturalmente.
“Caso você possa viajar com o pet na cabine do avião, deve ficar atento aos diferentes espaços entre as poltronas, que variam muito. Além disso, como alguns voos são mais longos do que outros, o animal pode ficar com fome ou sede, então é preciso ter acoplado recipientes de água e comida, além, é claro, de ser forrada com material absorvente”, explica o gerente de operações Sênior Euclides Lanzarin.
Vale ressaltar que o número de animais de estimação na cabine é limitado, então, é necessário fazer a reserva com antecedência para garantir o lugar do bichinho.

Documentação

Além dos cuidados básicos com a saúde do animal, é necessário também estar atento à documentações necessária para viajar com o pet:
- Certificado de inspeção veterinária (também conhecido como atestado de saúde), com assinatura de um veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e com emissão de no máximo 10 dias antes da viagem;
- Exigências específicas dos destinos: cada país tem requisitos próprios para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território. Sendo assim, é necessário entrar em contato com a embaixada/consulado do país de destino e pedir ao médico-veterinário os atestados solicitados;
- Para viagens internacionais algumas outras documentações são necessárias, como o Certificado de Aclimatação. Para viagens aos Estados Unidos, por exemplo, entre 15 de setembro e 15 de maio, fora do verão americano, quando a temperatura estiver acima de 29,4º C e abaixo de 7,2ºC, em qualquer itinerário, pets não são permitidos;
- Passaporte animal: o Ministério da Agricultura emite, gratuitamente o documento;
- Apresentação de comprovante de idade do animal. A maioria das companhias aéreas só aceitam transportar animais com mais de oito semanas de vida. 


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Ficou um show esta edição da revista, parabens para toda equipe Absoluta. Beijos, 
João Paulo Kanawaty, Vert Eventos

Parabéns à equipe da revista Absoluta por promover a reflexão, a crítica e o debate através da difusão de informações, fatos e eventos que transformaram nossa História nos últimos 18 anos. Afinal uma nação é fruto do legado de suas lembranças que guiam a construção do que está por vir.
Leôncio Queiroz Neto, médico oftalmologista e presidente do Instituto Penido Burnier