24/09/19 Saúde dos pets

Animais também podem ter problemas cardíacos

No dia 26 de setembro, é celebrado Dia Mundial do Coração, data que chama atenção para a principal causa de morte no mundo: as doenças cardiovasculares. Entre os animais, também são comuns as doenças relacionadas a esse órgão vital, em especial nos pets idosos.
O médico veterinário Thomas Marzano, destaca que a degeneração das válvulas cardíacas, por exemplo, acomete 85% dos animais com mais de 13 anos.
De acordo com a médica veterinária Maria Cristina Reiter Timponi, alguns sintomas podem servir de alerta para os tutores de que a saúde do coração de seus pets necessita de atenção.
“Os cães e gatos apresentam sintomas como dispneia (dificuldade de respirar caracterizada por respiração rápida e curta), falta de ar, cansaço, tosse que parece mais um engasgo, intolerância ao exercício, língua roxa (resultante da falta de oxigenação), desmaio e tonturas”, descreve a profissional.
Para o diagnóstico e o traçado de um panorama de fatores de predisposição, como genética de raça ou familiar, idade, obesidade e falta de exercício, as visitas ao médico-veterinário são essenciais. “Numa consulta de rotina, o profissional pode detectar o sopro cardíaco e arritmia pela auscultação e sintomas. E com exames complementares é possível detectar com precisão os problemas cardíacos”, explica Timponi.

Doenças cardiovasculares mais comuns
De acordo com Maria Cristina, as enfermidades mais frequentes nos pets são relacionadas à degeneração das válvulas cardíacas. “Problemas na válvula mitral são os mais comuns e são a maior causa do chamado sopro cardíaco, identificado quando se ouve um ‘assoprar’ na auscultação. Por conta da válvula degenerada não ser capaz de vedar a passagem do sangue há um refluxo dos átrios aos ventrículos. Isso pode levar a uma insuficiência cardíaca”, esclarece.
Outras doenças cardiovasculares frequentes são: dirofilariose (popularmente chamada de verme do coração), insuficiência cardíaca congestiva (especialmente em cães) e cardiomiopatia dilatada hipertrófica (principalmente entre os gatos), além da degeneração da válvula tricúspide.

Medidas preventivas
Thomas Marzano ressalta que existem algumas raças mais predispostas a alterações cardiovasculares. “Cães das raças doberman e boxer, por exemplo, tendem a manifestar mais cedo arritmias graves. Sabendo que a raça do animal tem predisposição a ter doenças cardíacas, o mais importante é fazer sempre um check-up para diagnosticar e acompanhar precocemente”, alerta.
Maria Cristina destaca que quanto mais cedo for o diagnóstico, maior longevidade e qualidade de vida o pet terá.
Os profissionais esclarecem, ainda, que nem todas as disfunções cardíacas necessitarão de tratamento imediato, mas são um indício para um monitoramento mais frequente, se possível a cada seis meses, para que o médico-veterinário possa acompanhar a evolução do quadro e solicitar exames complementares como o ecocardiograma. “Já quando a insuficiência cardíaca está instalada, medicamentos sob orientação médica-veterinária deverão ser usados para reduzir a sobrecarga ao órgão”, relata Timponi.
Para melhorar a qualidade de vida de seus animais de estimação, os tutores devem estimular exercícios regulares e fornecer uma alimentação saudável e na quantidade correta, para evitar a obesidade e o excesso de colesterol e triglicérides.


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Gostei muito desta nova edição da Revista. Parabéns e obrigado
Alex Nucci